Mais recortes. Mais meias histórias. Somente frações do tempo. Contruções inadequadas ou perfeitas? A vida se resume ou se amplia em uma caixa de retalhos???
segunda-feira, abril 21, 2008
sexta-feira, abril 11, 2008
segunda-feira, março 31, 2008
fase?
uma fase cheia de lapsos de responsabilidade e envolvimento. será que chego a ir além dos limites? parece que encontrei tempo e paixão onde não tinha antes. dias felizes. com uma consciência apurada das minhas próprias idéias e opiniões. espero que ainda haja tempo dentro disso tudo, pra ver e ser vista.
quinta-feira, março 27, 2008
frageis
a conhecer pessoas soltas, de diversos lugares. num conhecimento meio superficial, buscando chances de ver e falar mais vezes. mas é possível? as amizades se formam. mas dá pra consolidar qualquer relação à distância? claro! a gente acredita, vê, percebe, fala, discute. e se enche de idéias e memórias. e vai buscando as sutilezas de cada uma das relações, de cada um dos laços... por mais frageis que sejam.
terça-feira, março 25, 2008
lembranças
vamos tirando pequenas coisas dos mais diversos lugares. e construindo cada folha. nos apropriando de alguns pequenos detalhes da vida dos outros. alguns pequenos resquicios como o som das palavras. o mundo nos enche de lembranças e preciso guardá-las em algum lugar.
terça-feira, março 18, 2008
teresina
Existirmos: a que será que se destina?
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz não se nos ilumina
Tampouco turva-se a lágrima nordestina
Apenas a matéria vida era tão fina
E éramos olharmo-nos intacta retina
A cajuína cristalina em Teresina
(Cajuína)
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz não se nos ilumina
Tampouco turva-se a lágrima nordestina
Apenas a matéria vida era tão fina
E éramos olharmo-nos intacta retina
A cajuína cristalina em Teresina
(Cajuína)
quarta-feira, março 12, 2008
terça-feira, março 11, 2008
segunda-feira, março 10, 2008
pessoas
as pessoas esperam demais, cobram demais, punem demais. meio afastada do mundo. reclusa no retalho de uma casa. que talvez até tenha certas histórias felizes. mas de um modo geral (infelizmente) a memória se concentra nas tragédias, nos intervalos, nessas fases confusas que levam à vida a um estado meio perdido. não me sinto bem. como se um pedaço estivesse pendendo. como se tivesse perdido as coisas importantes. o mundo e as pessoas não são simples. e eu me sinto no direito de não ser. quero um pouco das minhas próprias lembranças, dos sorrisos que já consegui ter. das sintonias. as relações se fragmentaram. e eu sou, pelo menos por hoje, toda de fragmentos. de pedaços, de resquicios. de algumas histórias que tenho assistido à distância. o caminho se abriu, em várias pequenas estradas de terra. em que grupos se transformam. uns em dupla. uns sozinhos. fico tentando enxergar a distância. fico tentando conduzir. quero ser capaz de me ver. de juntar os pedaços e levantar. esqueci como se vive por alguns segundos.
terça-feira, março 04, 2008
~ pedaços ~
~ com tantas semelhanças. será que as pessoas veem o modo estranho como tratamos a vida. seremos confusos pra sempre? ~
~ quero esbarrar nos caminhos dos outros. olhar e ver todas as distâncias. equilibrios? será que existem? que me olhem de perto e eu me encha de graça. ~
~ perfis. frações da mesma pessoa. pedaços de um corpo que não se conhece. ~
~ eu quero reconhecer as minhas limitações, quero ultrapassar todos os limites. que me critiquem. que me esnobem. que se encham. eu não ligo. ~
~ eu sei o que eu faço. eu sei dos meus erros. mas sou cheia de fé e confiança. isso ajuda? ~
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
domingo, fevereiro 03, 2008
instantes
é. você com certeza é uma dessas pessoas. uma dessas que vive por observar. essas simplicidades absurdas do mundo. todos os detalhes. mínimos. querendo sentir a leveza da chuva no corpo e ouvir todos os sons possíveis. e sente. e ouve. o mundo se deixa ver. se deixa sentir. com todas as suas sutilezas e fragilidades.
você pode descansar em seus detalhes ou dançar enquanto o dia começa. pode simplesmente se deixar ficar. dessa vez sem pressa. sem procurar tanto por histórias utópicas. talvez já seja hora de manter os olhos abertos. não sentimos como o tempo passa. nem sua rapidez, nem sua calma. é como se fosse escrevendo uma folha inteira, vezes por dever, vezes por paixão. onde é que ficam suas escolhas? as imagens parecem lindas. qualquer pessoa pode ser linda assim. os dias as tornam. são sempre imagens que vemos passar. perto ou longe. sempre frações de um mundo tão confuso quanto você. é capaz de distinguir o certo e errado, bem e mal. se é que se pode definir algo por extremos. mas não lhe importa. os instantes. são eles que valem. são esses segundos em que você não se apressa a olhar o relógio, esses onde você não percebe a altura do sol, nem se escurece. as palavras e os olhares estão cheios de uma coisa da qual ainda não consegue falar. que esses sejam eternos. que possa escrevê-los ou lembrá-los a qualquer hora. eu posso esperar. qualquer um pode. estou em uma pequena caixa com frases de uma história que tenta se escrever.
você pode descansar em seus detalhes ou dançar enquanto o dia começa. pode simplesmente se deixar ficar. dessa vez sem pressa. sem procurar tanto por histórias utópicas. talvez já seja hora de manter os olhos abertos. não sentimos como o tempo passa. nem sua rapidez, nem sua calma. é como se fosse escrevendo uma folha inteira, vezes por dever, vezes por paixão. onde é que ficam suas escolhas? as imagens parecem lindas. qualquer pessoa pode ser linda assim. os dias as tornam. são sempre imagens que vemos passar. perto ou longe. sempre frações de um mundo tão confuso quanto você. é capaz de distinguir o certo e errado, bem e mal. se é que se pode definir algo por extremos. mas não lhe importa. os instantes. são eles que valem. são esses segundos em que você não se apressa a olhar o relógio, esses onde você não percebe a altura do sol, nem se escurece. as palavras e os olhares estão cheios de uma coisa da qual ainda não consegue falar. que esses sejam eternos. que possa escrevê-los ou lembrá-los a qualquer hora. eu posso esperar. qualquer um pode. estou em uma pequena caixa com frases de uma história que tenta se escrever.
quinta-feira, janeiro 31, 2008
palavras soltas
composições próprias. janelas abertas, fechadas. frestas. vozes e cantos. fogo. cinzas. olham-se. e são lindos. mundo cheio de clichês. adoro. todas as histórias. felizes ou tristes. sempre cheias de algum amor. anônimos. importa? o mundo. a vida. a espiritualidade de cada um. detalhes escritos. vazios. presos em cicatrizes. alguns renascem. e eu posso. entre o comum. o normal. os estranhos são mais felizes. e eu quero ser mais feliz.
expectativa
até que ponto se pode controlar a própria mente? como se separa sonho e realidade? quando histórias e cenários imaginados passam a se tornar lembranças? talvez eu assista de perto as minhas escolhas. ou me afaste do corpo e observe pequenas frações. eu quero o completo, o controle. ver o reflexo certo, não o que espero ser.
terça-feira, janeiro 22, 2008
=[
comecei a notar que não estou nos albuns de familia, que tem uma pequena fração de tempo que todos lembram e que de uma maneira incrivel não estou na maioria delas. sinto pelo tempo gasto e por uma falta infundada. o mundo nem sempre precisa me perceber. dentre tantos, de todos os nomes e rostos que eu lembro, os amigos são poucos.
sábado, janeiro 05, 2008
feliz
e as coisas boas estão de volta. voltam os dias felizes em boa companhia. sentia falta. de cada um. dos momentos "hare". os grandes amigos me trazem de volta. a melhor delas. muitas flores pra encantar dias felizes. que sejam eternos. como relacionamentos calmos. instantes. mundo. "hare". mágico. feliz. [ponto]
quinta-feira, janeiro 03, 2008
mundos
sinto um pouco de falta. mas é como se estivesse em uma transição, não uma comum, como a que acontece em todos os anos. sem desejos traçados. somente tentando deixar as sensações vivas. estando sozinha quando preciso estar. convivendo bem mais comigo. com medo de proximidades excessivas, como se de algum modo soubesse que todo conhecimento gera despedidas. mundos ansiosos os meus. precipitados. cheios de sofrimento por antecipação. mas a vida começa mais calma esse ano. querendo colocar meus mundos em ordem. de um modo estranho, apresentá-los individualmente à mim.
segunda-feira, dezembro 24, 2007
futuro
ah... essa simplicidade que não me convence. quero meu próprio olhar de volta. talvez agor esteja disposta a deixar esse mundo relutante pra trás e comçar um futuro mais simples. que abram os olhos. que possa começar. talvez esperem. talvez não.
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