quarta-feira, agosto 26, 2009

tem uma história guardada. uma dessas que se espera que aconteça um dia, que se reza pra acontecer. porque tem uma beleza estranha, porque faz feliz. o que importava afinal era olhar. ouvir. falar.

sábado, agosto 08, 2009

porque não se contam os amigos. uns que passam segurança, conforto, uns que me fazem rir, rindo junto e sempre. em todos os dias, mesmo os piores, mesmo quando o tempo não passa. você olha no relógio e foram-se umas cinco horas, de conversas, de um tempo bom. e feliz. os próximos cinco minutos se arrastam. se perdem. você olha pros lados e é bom ver mãos estendidas, e é bom reconhecer as pessoas. me sinto confortável, e apesar dos pesares, quase feliz. uns vão. outros ficam. começa uma história nova. que não imagino como vai ser. mas não vou sozinha.

quinta-feira, agosto 06, 2009

nos vemos em um próximo encontro. talvez só agora eu tenha conseguido entender o que é levantar uma bandeira. mais que levantar, segurar junto. e lutar junto. entre encontros, vivências, pessoas... pelo que nos une. mais forte agora. mas desde sempre. não se descobre ou se identifica com uma luta do nada. certas coisas já estavam plantadas. esperando até hoje, entre os dias 24 e 31 de julho, pra renovar e fazer crescer essa identidade em tantas pessoas, que vestidas de amarelo andavam pelas ruas, pelos blocos.

segunda-feira, maio 25, 2009

quem precisa de clareza? dê muitas voltas. vai percorrendo o caminho bem devagar. entregue às sensações… do tato, do cheiro, do gosto, do ouvir… sente gostar pelos minimos detalhes. por um pedaço do corpo, um pouco do som da voz, pelo cheiro. posso contar por mim, por você. eu sonharia, com cada um dos dias que passaram. com os que ainda vão vir. fale comigo quando quiser. estou quase esperando por isso. talvez esse seja o motivo que tem feito o tempo passar tão devagar. resta um certo encontro de olhares. um trocar de sorrisos. será que é só? parece que sim. sem mais esperanças por esses últimos dias.

terça-feira, maio 05, 2009

não se abandona nada completamente...

domingo, abril 12, 2009

ela disse: quando fecho os olhos não vejo, só tento ouvir. o melhor agora é não reconhecer a voz. em alguns momentos a distração ajuda. você não sente mais os toques leves, nem percebe a mão encostar. tento todas as noites só ouvir e ter a cada fechar de olhos uma nova sensação. quem sabe dessa vez eu não vá para o canto... quem sabe dessa vez eu não desvie, me permita.
ele disse: sem tantas permissões. sem tantos desejos. assisto a maçaneta girar devagar. já sem tantas precipitações, já não correr para porta. finge não ver. fingi não ouvir. se anula um pouco. fica só. se permitindo pros outros, não pra você. quando se sacia um desejo ele talvez renasça diferente.
e com suas opiniões, sensações e desejos diferentes. não conseguem ficar longe. toca a mão dela. encosta no ombro. mexe nos cabelos. se deixa ficar. perde a imunidade, perde a proteção. se deixa a flor da pele. pra cada sensação nova, pra cada continuação que surja. de uma imagem em preto e branco a cor surge. a cor é quase a respiração da vida. sem cor o tempo não passa. sem a cor não se tem vida e sem vida não se tem porque respirar. com a cor tudo é superado, em algum momento se vê uma especie de arco iris que prevê dias mais felizes.
: cigarra e borboleta.

segunda-feira, abril 06, 2009

tentando escrever. tentando organizar a vida, as idéias. mas as vezes o tempo me parece pouco, os dias me parecem rápidos, curtos, tanto que minam tantas e tantas possibilidades. pavio curto. explosiva. e jogo a culpa toda nesse desejo absurdo de liberdade. de realizar sonhos. cheia deles. as vezes por coisas mais práticas, as vezes por coisas mais sentimentais. quem precisa fazer sentido? os segundos me mudam. mudo de idéia. quando percebo e penso nas coisas, elas já passaram, já fiz, já falei, já gritei alto. já fui absurdamente precipitada. mas quem disse que isso precisa ser ruim? se não me querem perto assim, talvez não sejam as pessoas que precisam estar perto. no mais. sou feita de pedaços de coisas, de recortes, de fragmentos, de reflexos do mundo. de sentimentos, de idéias, ideais, metaforas, clichês. junta mais um pouco das frases de clarice, de vinicius... das músicas de chico, tom, toquinho, gonzaquinha, beto guedes, belchior... dos filmes da vida. das imagens da vida. dos segundos que passam rápido, dos que passam devagar. é pela contradição. pelo complexo que se pode definir, ou melhor, não definir a vida de alguém. ninguém se conhece o suficiente, é imparcial o suficiente... e todos tentam. pelo menos pensar sobre isso ajuda a pensar na vida, a se questionar, a se transformar... vivendo por aí, uma essência. uma idéia de alguém. quem sabe um personagem criado, que vive andando pelas ruas. dias de liberdade. de viagens. de imagens...entre as coisas que se ama...entre as coisas que se quer...o gostar é o que faz ser...entre as coisas que gosta se modela a personalidade...então talvez eu possa ser poesias, metaforas, imagens, livros e discos...assim...sendo...

mudança

pode me olhar com calma. vai conhecendo aos poucos. nenhuma repulsa é tão imediata. nenhuma saudade é tão intensa. nenhum amor é tão...único. deviamos simplesmente deixar o tempo passar. que nenhum orgulho mate o arrependimento. deixando que as mãos fiquem juntas. olhando e se deixando olhar. os rostos bem perto. o sorriso compartilhado. vamos ser juntos. eu ainda posso esperar.
{01/02/09}
não vamos ser. que o tempo passe. já não posso e não quero esperar.

andando pelo tempo

desde ontem quando até as rosas murcharam, deixando cair cada petala aos meus pés. chorava com elas. na noite em que até eu consegui dormir. depois de ver as estrelas sumirem. sentindo o vento, de olhos fechados, quase podendo me levar. nos meus sonhos ou instantes, nos meus segundos longos. com uma luz que não me traz nada. rasgando petalas e folhas. pela primeira vez os gritos não eram meus. alguém me viu de longe, de um telhado escuro. e não pude mais fingir. não importam os sentimentos? não importam os sonhos? ::: ...só começo... só consigo pensar nas rosas que eu não tive. em tudo, que talvez o tempo me impeça de ter. as notas inacabadas, os sonhos dispersos, vazios... quem precisa me entender? ::: me olhou por segundos. deteve os sentidos e pareceu mesmo fingir. ::: sinto muito mas só falei as coisas certas. queira que os meus dias sejam felizes. mesmo longe. não percebo ausência...nem medo nenhum. ::: eu teria esperanças. nada como sonhar. é o que nos mantêm felizes e à salvo.

{2005}

ao reflexo

(...) poder falar e dançar a vontade (...) que o amanhã venha sem eu sentir. só sendo. só tentando ser. só livre. aberta e livre pro mundo. pra mim (...) que amanhã eu acorde com a mesma vontade e com a mesma possibilidade de só deixar a vida ir. que pelo menos minha semana seja assim. interna. só. e livre. (...) quem sabe?! hoje, honestamente, nenhuma compreensão é plenamente certa, não pode ser, pelo menos por enquanto. quem sabe com o tempo as dúvidas virem certezas. ou não. (...) algumas coisas a gente só pode sentir quando está sozinha.

(...) a vida é um sonho. nunca se está plenamente acordado. você está pensando e imaginando coisas, e criando situações, pensando nos diálogos que só eu vivo. sozinha na minha cama antes de dormir. todas as noites. eu vivo. com pessoas que ainda nem conheci. vivo com o que pode ser o futuro. as pessoas não fazem muito sentido. (...) um dia eu encontro alguma resposta. mas a vida é um sonho. e eu nem sei quando de fato estou acordada. (...) por uma coisa ou outra as pessoas são feitas pra serem conhecidas, admiradas, pra gostar, pra que gostem. todas as relações nutrem amor. e são amores lindos. os que passam. os que ficam. os que se transformam. eles existem, existiram. e na memória fica pra sempre alguma imagem disso tudo. mesmo que a minha falhe. ainda vai existir um pouco do mundo pra me lembrar.
entre 06/02 e 06/03

segunda-feira, março 09, 2009

a flor da pele

não é de todo mal esses desejos últimos. iniciam ao começo do dia. persistem no acordar, no dormir. mantenho os olhos abertos pelo maior tempo possível. olho, toco, sinto... enquanto tento fazer sentir. e será que sente? me achava capaz de perceber esses pequenos detalhes. me achava capaz de me redefinir. agora já não me percebo tão forte, tão confiante. a leveza talvez esteja em perceber nossos pequenos medos. só percebendo se pode avançar. se as sensações instantâneas me fazem feliz, quero mais é vivê-las. que importa se as pessoas me olham? se falam? a vida tem mais é que ser sentida a flor da pele. pelos sambas da vida. pelos amores da vida. por todos eles.

[12/02/09]

a história se mantêm nas reticências. abre aspas pra fala do outro. cita a vida conjunta mesmo enquanto ela se desfaz. estou perseguindo a minha idéia de volta. não que isso seja bom. não que me faça bem. mas é em sonho.
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pode me olhar de perto ou longe. já nem sinto a brisa do vento com o rosto tão perto. nem tudo pode ser dito. então eu guardo o que é de verdade, o que passou a fazer parte só de mim. porque o "nós" diluiu. porque o "nós" anda meio perdido nessa mínima distância.
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foi em tempo de me deixar conhecer. eu fui conhecida. até não sobrar pra viver só.

[31/01/09]

falem comigo. me deixem falar. será que deveria ter medo das minhas precipitações?!
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tem uma parte paranóica. um certo trauma. normal. comum. quem (sinceramente) não mudaria uma parte ou outra? alguém sem manias, sem defeitos, sem desejos estranhos...não deve ser realmente uma pessoa. e como eu sou...então...esqueça!
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[23/10/08]

misturas. dessas incompativeis. talvez em algumas situações os opostos realmente se atraiam. ou mudamos tanto assim? já sem reconhecer ninguém nesses soltos e amplos espaçoes que frequentamos. será que são realmente amplos?
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tem uma loucura absolutamente normal em mim.
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não é de todo mal. ou talvez seja. quem pode saber? viva e descubra! quer conselho melhor?!

terça-feira, fevereiro 24, 2009

asas

por esses dias tenho observado de longe a vida. como um peso nas mãos, que tenta imitar uma caneta que corre à distancia por várias histórias. passou horas... sentada diante do mundo, daquela janela vermelha aberta...um quadro de rua deserta e céu lindo. pairava uma imagem resistente, cheia de declarações, com medo, com gritos e versos presos na garganta. e tentou pular. acreditando ter asas. daquelas que tranpõem qualquer muro, qualquer medo. como se andasse numa estrada feita pros seus pés, com braços esperando pra segurá-la. talvez em algum momento... a sua história, o seu menino...aquele que corria de pés descalços, que via asas nas costas e pulava de tão alto, a puxassse pela mão outra vez. de uma forma tão simples, que bastava que a olhasse, bastava perceber aquele frágil olhar preso à ela ...como se olha pro mar...com fascinação, com desejos, por vezes com pudores, com amor... daquele frágil, que quebra com uma onda mais forte, que faz gritar insultos, que brande arrependimentos, daquele masi perfeito amor humano. não queria ser puxada pelas asas talvez. mas será que essa simplicidade de amor....não a deixaria somente observando na beira da duna, no alto...com asas nas costas...cortadas ou não. mas que a mantinham no chão. queria subir o mais alto... queria o mundo visto das alturas...queria o vento no rosto, a leveza... queria sua essência de volta. mas parece acostumar-se à vida vista pela janela vermelha da sala...o menino ainda dormindo! queria sentir o frescor da manhã sozinha... como se restaurasse o seu vôo... como se de uma caixa vazia fizesse brotar todos os seus sonhos guardados. não ouviria sequer um grito. a felicidade só a fazia explodir em sorrisos. tirou a caixa do armário velho. vestiu aquele vestido de menina...pôs uma flor do cabelo. e pela janela vermelha. daquele seu décimo andar. foi voar, com suas asas, com seus sonhos, pela última vez.
[27/02/2007]
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[continuação]
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ela lembrava da sua janela vermelha. nem sempre se dá conta de quanto tempo passou, mas seu rosto ainda está preso num porta-retrato da sala. pra algumas pessoas os sentimentos não passam. quando a vida é colorida a memória, a lembrançaé mais forte que o tempo. na exata hora em que a menina foi voar uma porta bateu. o menino de sono leve levantou. a janela vermelha aberta e asas no chão. quando se voa tanta coisa se torna dispensável. até esses sentimentos que pra algumas pessoas não passam. ele pegou o porta-retrato, tocou o rosto preso. e se deixou. por tantos dias dias, por tanto tempo. sentado no chão, na frente da janela. sem falar, sem chorar, como se no corpo o menino não vivesse mais.
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era um dia vivo. as sensações na rua eram as mais fortes. o sol batia nas folhas e tinha um verde de uma cor tão intensa que ninguém jamais vira. ele ouvia uma música ao pé do ouvido. como um sussuro, com a impregnante voz dela. ele sentia aquele cheiro doce preso nas paredes do apartamento. a vida parecia colorida agora. quando cada um podia amar a seu modo.
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via borboletas azuis, amarelas...entrando pela janela. e cada pensamento da menina voltava. lembrou dos seus sonhos. foi tocar as flores na varanda. e sentiu a pele dela em capa petala. as pessoas vão embora. mas ninguém aprende a se despedir. mas ninguém aprende a sonhar os seus próprios sonhos. são as imagens de outra pessoa que o impregnam. ele solta o rosto preso no porta-retrato num canto do sofá. e pensa. e tenta imaginar como se reaprende a sonhar.
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em algumas manhãs ela andava na areia. de vestido branco, como alguém pronta pra ser entregue. a vida numa caixa. o corpo solto. mas tudo o que quer, tudo o que sente está em uma caixa guardade num armário velho que viveu e viu mais que ela.
[24/02/2009]

passou

queria que alguém falasse por mim. que alguém chegasse sufientemente perto pra sentir até a respiração. que andasse do meu lado sem que eu percebesse. que sentisse o toque sem jamais tocar. é no sonho da vida. nos minutos antes de conseguir dormir, vendo albuns de fotos, lendo cartas, vendo cartões postais, ouvindo música... é quando percebe como quer que a vida seja.
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se quer falar comigo. se quer falar o meu nome. antes de qualquer coisa: olhe pra mim.
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agora, definitivamente passou. o que fica? uma certa repugnância, um certo pesar. e perder algumas pessoas. nenhuma coisa termina sem que se perca algo. se tenho que perder. que seja.

segunda-feira, fevereiro 09, 2009

mãos livres

partes de uma história inventada. que não precisa ser fiel, compreensível ou crível. são só partes. que tentam completar alguns dias. que tentam ser vividos. que tentar se fazer notar. de certa forma assim como eu. estou num lugar onde a vida parece mais bonita, num segundo andar de uma livraria, janelas e cortinas lindas, mesas e cadeiras de madeira, poucas pessoas, um fanzine nas mãos, uma coca, tudo enquanto eu espero, tudo enquanto eu sinto. umas partes de algumas pessoas me compondo. me criando. me inventando. sou a criação de alguém. talvez não seja tão original ser criação minha. rompendo com algumas idéias. me aproximando de outras. a vida tem a traiçoeira e incrível tendência a nos surpreender. com os meus pedaços refeitos e unidos. com as mãos livres. com a imagem do que foi começando a diluir. sem direções certas. a vida sendo composta no caminho, com as pessoas e oportunidades que surgem. não sou tão cheia de rabiscos e traços mal acabados. são frases completas por dia, de sensações, de momentos extremos, da minha descontinua autodefinição. os espelhos vão perdendo a referência, o reflexo sendo dispensável. porque olho pra mim, pras minhas mãos livres... e vou percebendo por partes a ilusão do corpo, da necessidade, da obsessão. e vou diluindo outra vez. entre traços, entre frases, entre olhos, entre mãos... até que só restam fagulhas de mim.

sábado, fevereiro 07, 2009

recuperada (pelo menos é como me sinto agora). livre pra vida. e feliz (por mais incrivel que pareça).

sábado, janeiro 31, 2009

pelo mundo

me dilui pelo mundo . uma parte em cada lugar que eu fui. com cada pessoa que conheci. espalhada. me mantendo assim. entre cantos. quero estar sempre perto. perceber e ser percebida. pelas pessoas, pelos lugares. e por mim. o que torna alguém especial? o que diferencia? cheia de confiança e de amor.
...entre mariposas, cigarras e borboletas...

nós


Sensacionais, uma kelly sensacional, um dudu sensacional, uma priscila sensacional, uma bárbara sensacional, juntos em um grande salão de dança aprendendo o samba da vida.Mais uma noite com paranóias e diversões. Porque só assim a gente percebe que noites podem ser especiais. A gente se ama, e não pode haver nada mais lindo que isso. Dá vontade de viver dias e noites assim. Só se deixando sentir. Só se deixando ser. Com suas diferenças, discordâncias e muita tolerância. Vontade de um continuar junto e de entender que em cada diferença existe o único, o especial. Juntos no sol, no sal, no sul. Juntos!Nem todos escrevem, nem todos fazem fotos, nem todos lêem, mas todos vivem, bem e muito.As coisas mais simples são, com certeza, as mais belas. As mais absurdamente apaixonantes. As que lembram, ficam e podem contar histórias. E assim a gente começa a contar. Entre intervalos de comentários que nos falam das coisas mais pequenas, das coisas que as vezes não vemos por completo, das coisas tão nossas que são deles, das coisas tão deles que são nossas. Minha historia, sua historia, nossa historia.Um novo ano, com os mesmos amigos, não mais nos mesmos lugares, talvez fazendo as mesmas coisas... todos juntos, mudados e juntos.


:cigarra e borboleta

www.pontoselados.blogspot.com